Tudo começou quando (parte 11)

O suporte ao Software Livre

A filosofia do software livre rejeita uma prática de negócio largamente utilizada, mas não é contra os negócios. Quando os negócios respeitam a liberdade dos usuários, nós lhes desejamos sucesso.

Vender cópias de Emacs demonstra um tipo do negócio livre do software. Quando o FSF absorveu esse negócio, Stallman necessitou de outra maneira de ganhar a vida.  Encontrou-a na venda de serviços relacionados ao software livre que ele  havia desenvolvido. Isto inclui ensinar tais assuntos, como programar o GNU Emacs e como personalizar o GCC, e o desenvolvimento de software, na maioria das vezes portando o GCC para novas plataformas.
Hoje, cada um destes tipos de negócio de software livre é praticado por uma quantidade de empresas. Alguma distribuem coleções de software livre em CD-ROMs; outras vendem suporte em níveis, variando de responder a questões dos usuários, consertar bugs, até adicionar novas funcionalidades. Até começamos a ver companhias de software livre baseadas no lançamento de novos produtos de software livre.

Contudo, preste atenção. Embora um número de companhias que se associam com o termo “fonte aberto” realmente baseiam seu negócio em software não-livre que trabalha com software livre. Estas não são companhias de software livre, mas de software proprietário cujos produtos tentam remover a liberdade dos usuários. Chamam isto de “valor agregado”, que reflete os valores que eles gostariam que nós adotássemos: conveniência acima da liberdade. Se dermos mais valor à liberdade, nós devemos chamá-los produtos “subtraídos de liberdade”.